Dicionário de A - Z - TRIDAY Series

Dicionário de A – Z

Aprende aí! Estes são os termos que fazem com que os triatletas falem a mesma língua:

Altimetria: é a medida do ganho total de altitude em um percurso.

Age-group: é a categoria dos amadores e sua distribuição nas faixas etárias. A divisão é feita por sexo e por idade, de 5 em 5 anos, de acordo com a idade que o atleta terá no dia 31 de dezembro do ano vigente. O único age-group de mais de cinco anos é o que contempla os atletas entre 18 e 24 anos; abaixo dele, os agre-groups são menores, divididos de dois em dois anos.

Amador:é a categoria em maioria esmagadora no triathlon. São os atletas que não vivem exclusivamente do esporte, tendo outras profissões ou ocupações e que, portanto, competem por amor ao esporte. As disputas para atletas amadores, portanto, não incluem prêmios em dinheiro.

Assessoria:é o grupo com treinadores e profissionais de educação física que desenvolvem um trabalho de preparação física de acordo com as metas e o perfil de cada atleta. Muito indicada para quem quer começar no esporte ou se desenvolver nele, minimizando riscos de lesões e otimizando os resultados. É também o grupo perfeito para conhecer um montão de gente com os mesmos sonhos que você!

AWA (All World Athlete):este programa é uma forma de reconhecimento à dedicação e performance dos atletas nas provas de IRONMAN. Por meio de um sistema de pontos, ele determina quais atletas estão no topo de cada categoria ao final da temporada. Existem três níveis, que podem ser alcançados conforme a performance e quantidade de participações em competições do atleta: Ouro (top 1%), Prata (top 5%)e Bronze (top 10%).

Banheiro Químico:parada obrigatória antes da largada – ainda que, normalmente, você só se dê conta disso depois de vestir a roupa de borracha! Em alguns casos, pode parecer um oásis quando você o encontrar no meio do percurso ou na transição!

Batedor:é a moto ou carro que acompanha os primeiros atletas profissionais, garantindo sua segurança à medida em que eles “abrem” o percurso para quem vem atrás. O carro deve ficar pelo menos 50m à frente do atleta líder, e as motos devem ficar atrás ou pelo menos 30m à frente dos competidores, para não os beneficiar com vácuo.

BIB: trata-se do número de peito, da tatuagem e dos adesivos. É o número que será sua identificação e a dos seus materiais na prova.

Body Glide: produto usado para evitar assaduras, bastante comuns em função do sal acumulado no corpo – seja pela água do mar, seja do suor. Tem função similar a outros produtos como Safe Runners, Vaselina, Chamois Cream e afins.

BPM: batidas por minuto, é a unidade de medida da frequência cardíaca.

Caça-foice: quem nunca foi, que atire a primeira pedra! É aquele cara que ainda está pegando o jeito com a bike e acaba mais maltratando a magrela do que pedalando de verdade.

Cadência: é o número de RPM (rotações por minuto) das pernas durante o pedal ou de SPM (passadas – em inglês, “steps” – por minuto) na corrida.

Cassete: é a relação traseira de marchas da bike. Nos modelos mais novos das bikes speed ou contrarrelógio, normalmente têm onze catracas – quanto maior o número de dentes na catraca, mais leve a marcha!

Chip: é usado pelo atleta em uma tornozeleira entregue pela organização da prova e permite que seja feita a cronometragem de seus tempos eletronicamente. Também é um dispositivo de segurança, pois permite que a organizações do evento seja avisada rapidamente caso um atleta demore demais a passar por um ponto de cronometragem.

Clincher: é o pneu que necessita de câmara dentro para seu funcionamento. Quando utilizar este pneu, leve sempre uma câmara reserva para o caso de furos!

Clip: extensões mais ou menos horizontal do guidão, apontando para a frente, que permitem que o atleta pedale apoiado nos cotovelos, e não nas mãos. Assim, suas costas ficam mais baixas e sua posição, mais aerodinâmica. Os clipes só podem ser separados e passar a linha dos manetes de freios em provas em que o vácuo não é permitido.

Congresso Técnico: é uma reunião obrigatória a todos os competidores, normalmente realizada um ou alguns dias antes da prova. Nele são repassadas todas as regras, percursos e informações das quais você precisa para não ter surpresas durante a competição. E mais: quem não comparece, perde o direito de reclamar depois!

Day Off: é aquele dia de pausa da planilha, quando não há treino. O repouso é importante e fundamental para o corpo do triatleta! É também o dia perfeito para dar atenção para a família e colocar as pendências em ordem.

DNF: Did Not Finish. É o termo que aparece nos resultados dos atletas que não terminaram a prova ou que foram desclassificados por algum motivo.

DNS:Did Not Start. É como aparecem os resultados dos atletas que, por algum motivo, não compareceram à largada da prova para a qual estavam inscritos.

Dispersão:open food, open bar, massagem! Depois do sufoco da prova, é o local onde os atletas são mais bem tratados – tem massagem, muita comida, medalha e camiseta de finisher – tudo com acesso exclusivo para quem competiu!

Esteira:não é só aquele equipamento para correr indoor! Esteira é o nome dado ao “vácuo” que acontece na natação quando um atleta se posiciona atrás de outro. Quem vai na frente quebra a tensão superficial da água, permitindo que os que vêm atrás façam menos força. Diferentemente do ciclismo, na água o vácuo é liberado!

Frequencímetro:alguns relógios de pulso já vêm com ele instalado; outros vêm com uma cinta peitoral com a mesma função: transmitir ao relógio a quantidade de batidas por minuto do coração.

FTP:Functional Threshold Power, ou potência de limiar funcional. É a principal referência de intensidade para quem tem um medidor de potência na bicicleta, e indica a potência máxima que o atleta pode sustentar durante uma hora inteira. Normalmente, é estimada por meio de testes indiretos com duração entre 20 e 30 minutos.

Gel: suplemento alimentar composto basicamente por carboidratos de absorção rápida, que mantém o corpo funcionando durante a atividade física prolongada. Mas cuidado – em excesso, pode dar uma bela dor de barriga! Normalmente, consome-se um a cada 30-60min, em atividades intensas e/ou com duração superior a uma hora.

Giro: aquele treino de pedal – ou trecho de treino depois de um tiro – em que você pega leve, para recuperar as pernas. O popular “girinho solto”!

GPS: usado para medir a velocidade em qualquer esporte, principalmente no ciclismo e na corrida. Pode ser de pulso ou afixado à bike e normalmente traz informações adicionais como cadência, frequência e potência. Nos Campeonatos Continentais de IRONMAN, os atletas profissionais são obrigados a usar um GPS fornecido pela organização para que o público possa acompanhar seu posicionamento em tempo real, na transmissão online.

Intervalado: treino composto por segmentos intensos, seguidos de outros mais leves ou em pausa, para recuperação. Permite que o atleta atinja intensidades maiores do que as de um treino em ritmo contínuo, ajudando as pernas, pulmões e coração a ficarem cada vez mais fortes!

IRONMAN: é a prova que transforma atletas em homens e mulheres de ferro. É superação e garra da maneira mais pura que existe. É o que move centenas de triatletas a abrirem mão de uma rotina “normal’’. É o que leva famílias e amigos a incentivarem os atletas durante horas. É a segunda marca mais tatuada do mundo. É o maior circuito de triathlon do mundo. É o triathlon nas distâncias 3.8k de natação, 180.2k de ciclismo e 42.2k de corrida, ou 140.6 milhas no total.

IRONKIDS: é a parte mais fofa da programação do IRONMAN! Geralmente acontece um ou dois dias antes da prova principal e trata-se de uma corrida para atletinhas. No Brasil, crianças de 2 a 12 anos podem participar nas distâncias de 200m, 400m e 600m.

Largada em ondas: é o modelo de largada que divide os atletas por categorias, que largam em intervalos de 5 a 15 minutos. Esses blocos de largada com menor número de atletas garantem maior segurança e espaço aos competidores na natação e ciclismo.

Linha de monte: após sair da água não é possível montar na sua bike assim que você a encontra na transição. É necessário retirar sua bike, leva-la até a saída da transição e montá-la apenas após a linha de monte, que estará desenhada no chão. É importante para garantir a ordem e a segurança dos atletas dentro da área de transição.

Macaquinho: é a roupa normalmente usada para competir em um triathlon. Não é obrigatório, mas facilita as transições entre os esportes porque pode ser usado para nadar, pedalar e correr, sem necessidade de troca. Há modelos com e sem mangas, abertos nas costas, com ou sem bolsos, lisos ou estampados – para todos os gostos!

Mundial: ah, os Campeonatos Mundiais! Participar deles é sonho de 10 entre 10 triatletas! Na marca IRONMAN existem dois deles, que acontecem todos os anos: o Mundial de 70.3, que tem uma sede itinerante a cada ano, e o Mundial de IRONMAN, que acontece todos os anos desde 1978 no Havaí, e desde 1981 em Kailua-Kona, na Grande Ilha. São provas pra gente grande e com certeza valem o esforço para chegar lá!

Longão: treino com maiores distâncias, seja de bike ou corrida, que geralmente acontece nos finais semana, para os atletas amadores. Feriado, pra triatleta, é sinônimo de longão!

Overtraining: quando você entra na neura dos treinos, exagera no volume e/ou intensidade e dá pane no seu organismo. Pode levar a lesões ou doenças, e sempre acaba obrigando o atleta a dar um tempo nos treinos e provas para se recuperar. Respeite e cuide do seu corpo, ele é o seu templo!

Pangaré: a zoeira não tem limites! É assim que se chama aquele colega que fica pra trás no treino ou prova – sempre ou só naquele dia – pra pegar no pé. Mas olha lá, hein? Só vale chamar de pangaré se tiver intimidade para isso!

Pace: é como se expressa o ritmo da corrida, normalmente – não por velocidade, mas pelo tempo que o atleta leva para correr 1km ou milha. Por exemplo: 12km/h equivalem a um pace de 5min/km ou 8min/milha, mais ou menos.

Pedivela: é o conjunto que contém os “braços” que seguram o pedal. No seu lado direito, são afixadas as coroas – a relação de marchas dianteira na bike.

Pelotão: grupo de atletas andando junto na bike ou corrida, que se beneficiam com da menor resistência do ar para andar mais rápido, com menos esforço. Em provas em que o vácuo é proibido, não vale entrar em pelotão na bike! Vai no seu ritmo – a responsabilidade por fazer uma prova justa também é sua.

Penalty Box: é o local em que o atleta que leva uma penalidade deve parar. Geralmente fica localizado em uma tenda dentro da transição e em pontos estratégicos do percurso, onde ficam os árbitros. No Congresso Técnico de cada prova, sempre é falado onde estarão os Penalty Boxes. Se você receber um cartão, tem que parar lá para cumprir a sua penalidade – senão depois sai mais caro, com uma desclassificação!

Polimento: é a fase dos treinos pouco antes da competição em que você tem que pegar mais leve para não chegar cansado na hora de fazer força de verdade. E não adianta achar que dá pra fazer tudo o que não fez na última hora – o popular “Panic Training”. Quando chega esta fase, você tem mais a perder do que a ganhar treinando demais. Relaxa que vai dar tudo certo!

PRO: são os melhores atletas do esporte, que disputam as provas na categoria Profissional e concorrem às premiações em dinheiro. Pra esses atletas, as categorias não são divididas por idade e as regras de temperatura da água (para usar roupa de borracha) e tamanho da zona de vácuo são mais restritas – afinal de contas, a disputa vale muito!

PSI: pound per square inch, ou libras por polegada quadrada. É a medida mais usual de pressão dos pneus da bicicleta. Nas bikes speed, a pressão usual nos pneus fica perto dos 100psi – aproximadamente três vezes maior que a média de um carro de passeio!

Quebrar: é o que acontece quando a estratégia dá errado. Pode ser por ter subestimado a dificuldade da prova, superestimado o ritmo que aguentaria ou até por uma falha na alimentação – aí bate aquele cansaço que não tem mais volta! Há vezes em que a quebradeira é tão feia que o atleta acaba abandonando a prova.

Regenerativo: é aquele treino que acontece após provas ou exercícios intensos, bem leve. É realizado para ajudar a remover as toxinas presentes nos músculos, e nele vale mais a pena fazer mais leve que o planejado do que exagerar na intensidade.

RP: Recorde pessoal, quando um triatleta faz o seu melhor tempo para uma determinada distância ou prova. Pode ter certeza de que você vai ficar sabendo! Ele vai falar sobre isso com você, com os amigos, com o técnico, vai fazer stories, anunciar no Jornal Nacional… Convenhamos, é uma baita conquista!

Rolagem de vagas: momento tenso e muito emocionante da programação das provas de IRONMAN e 70.3! É uma cerimônia na qual são anunciados os primeiros atletas de cada categoria, que têm o direito de se inscrever para o Campeonato Mundial daquela distância. Acontece que a relação de vagas por categoria depende da quantidade de atletas que terminaram a prova e, algumas vezes, os atletas que têm direito à vaga abrem mão dela – por já a terem conquistado anteriormente ou por não terem interesse em competir no Mundial. Então, essas vagas “rolam” para os classificados subsequentemente, que costumam estar lá torcendo por isso. Haja coração!

Rolo: equipamento que permite pedalar indoor com a mesma bike que o atleta usa na rua. A bicicleta pode ficar fixa, com ou sem a roda traseira, ou solta, apenas apoiada em três cilindros – este modelo exige muita habilidade!

Sapatilha: é um sapato especial, com solado bem duro e taquinhos que se encaixam no pedal da bicicleta, deixando o pé do atleta preso. Assim, ele pode fazer força nos 360º da pedalada, de forma mais firme e eficiente.

Selim: é o banco da bicicleta. É um item muito pessoal: cada atleta gosta de um modelo, mas normalmente os das bikes de performance são pequenos e leves. Deve estar bem ajustado na bicicleta e fazer com que o atleta se sinta confortável – afinal de contas, é ali que ele passa mais da metade de sua prova!

Sentar a bota: é acelerar, fazer muita força! Também conhecido como “torcer o cabo” ou “baixar o martelo”.

Sprint: é aquela acelerada final até a linha de chegada, quando você acha forças que nem sabia que ainda tinha – principalmente se estiver valendo um lugar no pódio ou uma vaga de Mundial. Pernas pra que te quero!

T1/T2: são as transições entre as modalidades do triathlon. A T1 é a transição da natação para ciclismo e a T2 do ciclismo para a corrida.

Textão: senta que lá vem textão! Não há limites de caracteres para os amantes do textão. Geralmente ele vem acompanhados de imagens de um troféu ou medalha de finisher (ou um DNF!) e altas doses de emoção.

Tiro: são segmentos dentro de um treino em que o atleta realiza um esforço acima da média do treino, de maneira geral. Podem ser curtos ou longos, em intensidade máxima ou controlada, e estão presentes nos treinos de todas as modalidades do triathlon.

Trote: aquela corridinha marota, leve, que normalmente vem no começo ou fim do treino ou imediatamente um tiro ou série de tiros. Há também a versão “trotezinho paquera” – o jeito perfeito de apresentar seu esporte para o novo crush.

Tubular: é um pneu fechado – em formato de tubo – que não precisa de câmara de ar e vai colado diretamente na roda específica pra este tipo de pneu. Normalmente, aceitam pressões maiores que os pneus clincher. Antigamente eram todos assim, mas agora eles têm perdido espaço para os pneus clincher e tubeless – mais leves, baratos e fáceis de consertar.

Tubeless: são pneus abertos, como os clincher, mas que têm um reforço nas extremidades que são afixadas nas rodas específicas para eles, permitindo que sejam usados sem câmara interna.

TriClub: clube de vantagens para as assessorias esportivas que têm atletas competindo nas provas do circuito IRONMAN. Para cadastrar sua equipe e atletas, basta acessar o site oficial ironman.com.

Triday Series: é a marca filha do IRONMAN no Brasil! 🙂 Inaugurado em 2017, é um circuito de triathlon também organizado pela Unlimited Sports, que conta com provas curtas, nas distâncias Sprint e Olímpica.

Vácuo: trata-se da estratégia de grudar na traseira de outro atleta durante o ciclismo, deixando ele enfrentar o vento sozinho e, assim, gastar menos energia para pedalar. Em provas Triday Series e IRONMAN o vácuo é proibido e a distância mínima de um atleta para outro deve ser de 12m (seis bikes de distância).

Vaqueiro: não seja essa pessoa! É aquele atleta que, mesmo sabendo que o vácuo é proibido, fica grudado nos outros para ganhar vantagem. Quando o árbitro avista uma cena clara de vácuo, a penalidade é aplicada na hora a todos os envolvidos.

Vaselina: prepare-se para situações constrangedoras na farmácia ao pedir Vaselina, que é usada para evitar assaduras provocadas por abrasão da pele coberta de sal. Os lugares mais comuns são: pescoço, por causa da roupa de borracha; embaixo das axilas, na corrida; e na virilha, no pedal e corrida. O mico da farmácia pode ser evitado quando se utiliza marcas específicas para triathlon, mas a boa e velha Vaselina resolve sempre!

Watts: medida de potência, muito utilizada para mensurar a intensidade do esforço aplicado durante o ciclismo.

Wetsuit (ou roupa de borracha): é a roupa para natação feita de neoprene – um material sintético, emborrachado. Funciona como isolante térmico e auxilia na segurança e na flutuação do atleta. Como dificulta o resfriamento do corpo, seu uso só é permitido em água fria – o conceito de “frio” depende da distância da natação e da categoria (Pro ou Amador) do atleta. Consulte o regulamento da prova e aguarde a verificação da temperatura da água para saber se seu uso será liberado pela organização.

WTC: com sede nos EUA, é a organização dona da marca IRONMAN, responsável por 91% da participação de mercado dos triatlos de longa distância do mundo. No Brasil, a Unlimited Sports é uma empresa licenciada que compra os direitos de utilização de imagem e de realização das provas.

Z1/Z2/Z3/Z4/Z5: são as zonas que descrevem a intensidade do esforço, durante o treino ou a competição. Há modelos de 3, 5 ou até 7 zonas de esforço, mas em geral pode-se dizer que:

Z1 é aquele trote ou giro leve, passeio, que pode durar “pra sempre”;

Z2 ainda é bem leve, permitindo um bate-papo curto, mas já mais firme;

Z3 é um ritmo moderado, que o atleta consegue segurar por tiros longos ou provas curtas, mas já dando respostas monossilábicas quando conversam com ele;

Z4 é forte, bem forte; é possível encontrar atletas literalmente babando depois de alguns minutos nessa zona, e conversar é inimaginável;

Z5 pra cima é o famoso “salve-se quem puder”, “terror e pânico”, quando a alma sai do corpo e só volta no fim do tiro; mas a parte boa é que é sempre um tiro curtinho!